Zamo

Uma euforia de se estranhar um mergulho em busca de ar

sábado, 19 de junho de 2010

A silenciosa luta da paciência

O momento realmente é este, as negligenciosas atitudes de mim mesmo vão atormentado a cada baba do meu sono. tudo: passado, presente e futuro parecem conspirar contra a minha felicidade, ou eu mesmo que não sei como comandar o destino pré suposto por mim mesmo. Um poema sobre mim mesmo em sujeito indeterminado.

Todos os dias bebendo a poção amarga de teus instintos
Num cometa iluminado de iquietação, suspense e descontentamento
A silenciosa luta da paciência, e a guerra surda estão cessando
Mas os ventos gelados e aguá sombria parecem abraçar-te
Mesmo com o Machado nas mãos, desperdiçam se as chances
E essa chama parece começar a extinguir se caladamente
Em uma explosão de insónia, vómitos, dor de cabeça e delírios
E cada minuto é uma válvula de escapar desespero
Do alto da ponta da agulha os sentimento perfuram o coração
Numa nevasca enriquecida brutalmente por desejo de se apagar
Mas um amor negro que circula no meio esvazia no topo
No topo da alma abençoada uma salvação se encontra escondida
Mas basta descobrir essa receita povoada em cada canto
Sem descobrir o segredo, vai errando cada minuto sem querer
È no final das contas e de tudo, tudo da certo

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Florzuda


Então! a mais maravilhosa da flores, um lírio, um cravo, a deusa, a musa!
Parece que seus pensamentos estão em mim, que o que ela faz eu estou vendo, que seu instinto, é o meu corpo, um dogma, tudo que eu disser nada vai expressar o que eu sinto por ela, não palavras que caracterizam o seu eu! E ela não admiti que seu próprio eu escape de si mesma, ela vive seu ponto de partida, eu me sinto um profeta em dizer dela, mas seu eu dizer realmente o que quero dizer, muitos que leram aqui não vão entender, porque isso vai alem do que a mente pode compreender!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Conto Caótico

Saudações!! Hoje vou postar uma musica, na já citada formula que uso para escrever os versos das letras: Viagem+Protesto. A primeira parte da musica mostra o lado doentio de uma pessoa que vive na guerra, tudo que ela faz enxerga bomba e explosivos, ela é obrigada a conviver com a dor e o ódio e as loucuras da guerras 24 horas por dia. É difícil pra gente que mora em um lugar "pacifico", imaginar como é viver em lugares onde á só ódio, armas e estratégia militares para extermínio do inimigo, no meio disso tudo, temos a população local. Essa gente que é o personagem principal do Canto Caótico. Mesmo que imaginássemos um pouco como é viver em meio a guerra, nunca nem sentiremos 1% do que é sentir dor, raiava, medo, angustia e fome, tente imaginar como é para uma pessoal comum ter que trabalhar, estudar, namorar ou manter uma família neste episódio. E Tem gente que fica revoltada, insatisfeita ou com ódio por coisas banais por coisas pequenas. A segunda parte mostra o meu lado de ver a minha cidade, mostra como sou bem aventurado por não existir guerra aqui neste lado do planeta, e lamento muito por pessoas inocentes ainda serem vitimas de coisas injustas que indignam a gente como: assassinatos, estupro, assaltos e muito mais, é lado bom e ruim de que temos aqui n fim do mundo.

Conto Caótico

Nitroglicerina no café da manha
Dinamitar na hora do almoço
Pirotecnia na hora do jantar

Nitro benzeno "pra" sobremesa
Pólvora e enxofre "pra" tomar no chá das cinco
Explosivos Plásticos "pra" hora do jantar

Moro no pior lugar do mundo
E estilhaços não caem na minha cabeça
Moro no
pântano
E
projecteis não chovem na minha rua
Moro no melhor lugar do mundo
E tem gente que ainda ta morrendo
Moro no
pântano
E tem gente querendo me matar

Gente querendo me matar
Gente querendo me matar
Gente querendo me matar

Marcadores:

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

PARADIGMA



Saudações leitores! hoje apresentarei a letra de uma musica minha que nunca cheguei a ensaiar com a minha banda, chama se Paradigma. Esta letra tem uma viagem, um conteúdo levemente Dadaista. Pra quem não sabe Dadaismo é um movimento artístico-cultural iniciado no começo do século. Este movimento é caracterizado pela falta de sentido, e anti cultural, e apesar disso protestava contra a loucura da guerra. Paradigma tem uma viagem meio estranha, nela há um desabafo sobre a cidade de Corumbá, coisas que existem e que não existem por aqui. Mas no final diz que só fugindo deste mundo pra gente viver melhor. lendo a poesia descobrimos coisas nas entre linha que estão escondidas.

PARADIGMA

OS VENTOS DO DESERTO NÃO SOPRAM POR AQUI
NEM CONDES E DUQUESAS DÃO O AR DA TUA GRAÇA
CARRUAGENS ELEGANTES SÓ EM CONTOS DE FADAS
OS FLOCOS DE NEVES SOMENTE NO SORVETE

PERSAS EUROPEUS COM PITADAS DE CELTAS
VIKINGS GAULESES PANTANEIROS LADARENsES
FORTE COIMBRA PROTEGE VOSSO PÂNTANO
QUEIMADAS E FRIAGENS INIMIGOS IMPLACÁVEIS

ARQUITECTANDO UMA VIAGEM PRA FORA DESTE MUNDO, POIS P CAOS CHEGOU ATÉ AQUI


Obs: Musica ainda nunca ainda tocada ou ensaida pela a minha banda.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A alegria da força braçal


Oi galera!!! Hoje vou fazer um postagem de um poema que fiz tem mais ou menos um ano. Como já disse eu gosto de envolver nos meus versos, poemas e musicas, uma mistura de coisas serias e delicadas como as dores do mundo, eu gosto de tocar em assuntos que envolvam coisas serias, ou seja PROTESTAR, e juntamente com esse repudio vou envolvendo umas viagens que ficam evidentes nos poemas, este Poema chama se A alegria da força braçal. Eu fiz em homenagem a minha irmã, pessoal maravilhosa e batalhadora. O poema conta como uma pessoa pode batalhar sem o uso de armas, e foi isso que minha querida irmã Jose fez.

Batalha
Jose fez o vestibular a primeira vez no final de 2004, mas não passou, mas mesmo assim ela não desistiu e estudou um ano, e no ano de 2006 ela consegui ingressar na faculdade federal do MS em Aquidauana no curso de letras, Jose quando foi fazer o vestibular no dia , estava meio atrasada e passou na venda perto de casa pra comprar uma caneta, e falou assim para o vendedor: -SEU ANTÔNIO ESSA CANETA AQUI QUE VAI ME DAR SORTE!! essa historia eu fiquei sabendo um ano depois quando o vendedor perguntou de minha irmã e me contou. Depois da noticia que ela passou no vestibular, ela chorou muito e tinha apenas 2 dias pra fazer a sua matricula na cidade de aquidauna, o grande desafio de minha irmã era: como ela iria morar em outra cidade se nunca tinha saído da ponte sobre o rio Paraguai, ainda com pouca grana?? não tínhamos dinheiro nem pra passagem na época, corremos a traz de dinheiro e conseguimos passagem, e um pouco de grana pra ela arranjar um lugar pra ficar. No dia que conseguimos a passagem faltava apenas 4 horas pra se encerrarem as inscrições, mas ela ligou a um colega e pediu pra ele não deixar a faculdade fechar. ela chegou pelas 18:00 horas da tarde, sendo que fechava as 17. Chegando la o cara que fazia a matricula pergunto se era ela a menina de Corumbá, que um bando de jovens não deixaram ele fechar a banca de inscrições, e falou a ela, que ela tinha causado um reburducio na cidade.
Em fim minha irmã encontra se no sexto bimestre e vai sobrevivendo sem nenhum arranhão. Acho que todos os dias ela canta assim la em Aquidas: TENHO VIVIDO UM DIA POR SEMANA ACABA GRANA MÊS AINDA TEM, SEM PASSADO NEM FUTURO EU VIVO UM DIA DE CADA VEZ!

A alegria da força braçal

Um mosquete e uma espada
Nada disto nas mãos
Um brilho em seu olhar
Um ar de vitoria
Nada de lança pistola ou punhal
apenas a força braçal em suas mãos

Breu não breu é vermelho, vermelho sangue, sangue negro

Sabe quando você é apenas si mesmo?
E todo mundo armado até os dentes
basta lembrar nos temos compaixão
espírito guerreiro e força braçal

Breu não breu é vermelho, vermelho sangue, sangue negro

Paralisia no dedos das mãos
Necromância na unhas dos pés
Parafernalias no meio da cabeça
Crepitaçãoes no osso do joelho
para-quedistas no alto pantanal

Alegria da força braçal! Alegria da força braçal! Alegria da força braçal! Alegria da força braçal!

Na verdade este poema é mas uma de minhas musicas

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O porque do Walace

hoje é o primeiro dia do meu blog, nele vou contar um pouco da minha vida, da aventuras e historias malucas. Eu me Chamo Zamorano, mais conhecido como ZAMO! Moro na cidade de Corumbá MS, Bom vou me apresentar ao poucos porque como hoje é o primeiro dia to sem ideias ainda sobre que falarei.

Porque A revolta de Walace?
Este nome vem de uma musica minha, alias eu sou compositor, decidi adotar este nome porque é uma musica que mistura protesto e viagem, a musica fala de um cara mesmo trabalhando por sua gente, tem alguns que não o gostam porque muita gente gosta dele, mas ele não querendo arrumar briga decide fugir, mas deixando a esperança de um dia voltar. Identifico muito com a musica porque parece ser a minha batalha, a batalha que luto sem armas, apenas com as mãos. A batalha da vida!

A REVOLTA DE WALACE

UMA FLECHADO NO PEITO
SENTIMENTO DE CORAGEM
QUE DESBRAVA PELOS REINOS
E DESAFIA A PRÓPRIA MORTE
MOSTRANDO SER CAPAZ
INDO MUITO MAIS ALEM
VOLTANDO SEM JAMAIS
DA VIDA QUE CONVÉM
LUTAVA POR UM POVO
SEM QUERER ALGO EM TROCA
E MESMO ASSIM MUITOS ODIAVAM
FUGIU PRA UM LUGAR CHAMADO TIRA-TEIMA
ONDE O SOL NÃO APARECE
E A LUA É QUEM REINA

NÃO VOU MAIS VOLTAR
NÃO VOU MAIS LUTAR
QUEM SABE ALGUM DIA EU POSSA VOLTAR
QUEM SABE ALGUM DIA EU POSSA LUTAR

Bom gente ate outro dia, to meio ainda sem intimidade pra mexer no blog