A silenciosa luta da paciência
O momento realmente é este, as negligenciosas atitudes de mim mesmo vão atormentado a cada baba do meu sono. tudo: passado, presente e futuro parecem conspirar contra a minha felicidade, ou eu mesmo que não sei como comandar o destino pré suposto por mim mesmo. Um poema sobre mim mesmo em sujeito indeterminado.
Todos os dias bebendo a poção amarga de teus instintos
Num cometa iluminado de iquietação, suspense e descontentamento
A silenciosa luta da paciência, e a guerra surda estão cessando
Mas os ventos gelados e aguá sombria parecem abraçar-te
Mesmo com o Machado nas mãos, desperdiçam se as chances
E essa chama parece começar a extinguir se caladamente
Em uma explosão de insónia, vómitos, dor de cabeça e delírios
E cada minuto é uma válvula de escapar desespero
Do alto da ponta da agulha os sentimento perfuram o coração
Numa nevasca enriquecida brutalmente por desejo de se apagar
Mas um amor negro que circula no meio esvazia no topo
No topo da alma abençoada uma salvação se encontra escondida
Mas basta descobrir essa receita povoada em cada canto
Sem descobrir o segredo, vai errando cada minuto sem querer
È no final das contas e de tudo, tudo da certo
