Zamo

Uma euforia de se estranhar um mergulho em busca de ar

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A alegria da força braçal


Oi galera!!! Hoje vou fazer um postagem de um poema que fiz tem mais ou menos um ano. Como já disse eu gosto de envolver nos meus versos, poemas e musicas, uma mistura de coisas serias e delicadas como as dores do mundo, eu gosto de tocar em assuntos que envolvam coisas serias, ou seja PROTESTAR, e juntamente com esse repudio vou envolvendo umas viagens que ficam evidentes nos poemas, este Poema chama se A alegria da força braçal. Eu fiz em homenagem a minha irmã, pessoal maravilhosa e batalhadora. O poema conta como uma pessoa pode batalhar sem o uso de armas, e foi isso que minha querida irmã Jose fez.

Batalha
Jose fez o vestibular a primeira vez no final de 2004, mas não passou, mas mesmo assim ela não desistiu e estudou um ano, e no ano de 2006 ela consegui ingressar na faculdade federal do MS em Aquidauana no curso de letras, Jose quando foi fazer o vestibular no dia , estava meio atrasada e passou na venda perto de casa pra comprar uma caneta, e falou assim para o vendedor: -SEU ANTÔNIO ESSA CANETA AQUI QUE VAI ME DAR SORTE!! essa historia eu fiquei sabendo um ano depois quando o vendedor perguntou de minha irmã e me contou. Depois da noticia que ela passou no vestibular, ela chorou muito e tinha apenas 2 dias pra fazer a sua matricula na cidade de aquidauna, o grande desafio de minha irmã era: como ela iria morar em outra cidade se nunca tinha saído da ponte sobre o rio Paraguai, ainda com pouca grana?? não tínhamos dinheiro nem pra passagem na época, corremos a traz de dinheiro e conseguimos passagem, e um pouco de grana pra ela arranjar um lugar pra ficar. No dia que conseguimos a passagem faltava apenas 4 horas pra se encerrarem as inscrições, mas ela ligou a um colega e pediu pra ele não deixar a faculdade fechar. ela chegou pelas 18:00 horas da tarde, sendo que fechava as 17. Chegando la o cara que fazia a matricula pergunto se era ela a menina de Corumbá, que um bando de jovens não deixaram ele fechar a banca de inscrições, e falou a ela, que ela tinha causado um reburducio na cidade.
Em fim minha irmã encontra se no sexto bimestre e vai sobrevivendo sem nenhum arranhão. Acho que todos os dias ela canta assim la em Aquidas: TENHO VIVIDO UM DIA POR SEMANA ACABA GRANA MÊS AINDA TEM, SEM PASSADO NEM FUTURO EU VIVO UM DIA DE CADA VEZ!

A alegria da força braçal

Um mosquete e uma espada
Nada disto nas mãos
Um brilho em seu olhar
Um ar de vitoria
Nada de lança pistola ou punhal
apenas a força braçal em suas mãos

Breu não breu é vermelho, vermelho sangue, sangue negro

Sabe quando você é apenas si mesmo?
E todo mundo armado até os dentes
basta lembrar nos temos compaixão
espírito guerreiro e força braçal

Breu não breu é vermelho, vermelho sangue, sangue negro

Paralisia no dedos das mãos
Necromância na unhas dos pés
Parafernalias no meio da cabeça
Crepitaçãoes no osso do joelho
para-quedistas no alto pantanal

Alegria da força braçal! Alegria da força braçal! Alegria da força braçal! Alegria da força braçal!

Na verdade este poema é mas uma de minhas musicas

5 Comentários:

Blogger Unknown disse...

Zamoooo..
tira o Z eeee...
aaiiaiiai amiguinhooo
amo muito sua amizade viu!
Obrigada por tudo!

31 de outubro de 2008 às 13:40  
Blogger Unknown disse...

Hj + que nunca é o seu dia, sabe pq???

Feliz Hallowen Seu Bruxoooo!!!

31 de outubro de 2008 às 15:15  
Blogger Unknown disse...

axei muito interessante pois eu to lendo algo a repeito de pemas marginais que sao esses que vc faz!!é muito interressante leia glauco matoso é muito bom!!
fico feliz!!ver vc escrevendo!!
bjos te amo força!!!

1 de novembro de 2008 às 11:57  
Blogger Unknown disse...

entao esta historia da sua irma me comeveu quem dera eu ter feito que nem ela nao ter desistido de ir morar la e fazer meu sonho acontecer eu passei la pra zootecnia e nao pude ir pois so encontrei gente pra dar pra traz nas minhas ideias guerreira ela.

1 de novembro de 2008 às 20:20  
Blogger Unknown disse...

Amo minha amiga guerreira. E agora letrada lindérrima! A nossa história em Aquidas foi longa...

30 de maio de 2010 às 13:19  

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